logocombalaoadireita-peqlogocombalaoadireita-peqlogocombalaoadireita-peqlogocombalaoadireita-peq
  • Página Inicial
  • Notícias
  • Economia & Negócios
  • Turismo
  • Destaques
  • Artigos
  • Contato
✕
Lançamento: Com a cara do Nordeste! Mike’s lança drink sabor caju no Ceará
Lançamento Com a cara do Nordeste! Mike’s lança drink sabor caju no Ceará
26/01/2023
Negócios: Jardins Lounge Bar traz nova proposta de comemoração para o público de Fortaleza
Negócios Jardins Lounge Bar traz nova proposta de comemoração para o público de Fortaleza
27/01/2023
Exibir tudo

10 anos “Tive minha juventude arrancada”, diz sobrevivente de incêndio na Boate Kiss Presidente da associação das vítimas luta por justiça e pelo memorial

10 anos: “tive minha juventude arrancada”, diz sobrevivente de incêndio na Boate Kiss

Gabriel Rovadoschi, nascido em Cachoeira do Sul (RS),  foi um dos mais de 600 sobreviventes do incêndio que matou 242 pessoas | Foto: arquivo pessoal

O som alto, de repente, cessou. “Seria uma briga?”, perguntava-se o universitário Gabriel Rovadoschi, com 18 anos de idade. Uma fumaça se aproximava misturada a gritos dispersos. O cheiro forte aumentava a suspeita que teria havido alguma intervenção dos seguranças para dissipar a confusão. Nada disso. Ele foi descobrindo aos poucos, passo a passo, que era necessário fugir.

No pub em que estava, não via o palco. Cobriu o nariz e conseguiu encontrar a saída. “Eu coloquei a camiseta na frente da boca e do nariz. Tentei não respirar. Foi como se eu tivesse mergulhando”, recordou em entrevista à Agência Brasil. Era o primeiro final de semana do jovem em uma casa noturna. Havia sido convidado por uma amiga para ir à Boate Kiss, na cidade de Santa Maria (RS), naquele 26 para 27 de janeiro de 2013. 

>>>SIGA O YOUTUBE DO PORTAL TERRA DA LUZ <<<

Faz 10 anos que aquela noite, os barulhos, os silêncios, os cheiros e tantas outras lembranças e sentimentos estão presentes. O jovem, nascido em Cachoeira do Sul (RS),  foi um dos mais de 600 sobreviventes do incêndio que matou 242 pessoas. “Tive minha juventude arrancada”, diz, sobre os efeitos do trauma. 


Parentes, sobreviventes e amigos fazem vigília em frente à Boate Kiss – Agência Brasil / Arquivo

O hoje psicólogo Gabriel Rovadoschi é o presidente da Associação dos Familiares das Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria e resolveu se dedicar a unir luto e luta na mesma frase. Inconformado com a anulação do julgamento de quatro réus, chama a situação de impunidade.

Os sócios da boate Elissandro Spohr e Mauro Hoffmann; o vocalista da banda Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos; e o auxiliar Luciano Bonilha Leão foram acusados de homicídio pelo Ministério Público do Estado. Foram condenados à prisão, mas, em agosto do ano passado, o julgamento foi anulado e eles ficaram livres. 

Para Rovadoschi, não há motivo para esmorecer. Pelo contrário. Busca fazer com que mais vítimas possam falar e trocar sentimentos.

Além de representar famílias em busca de justiça, o rapaz defende também a construção de um memorial às vítimas, mais apoio aos familiares e todas as manifestações possíveis para que tragédias como essa nunca mais aconteçam.

Confira a entrevista com Gabriel Rovadoschi 

Agência Brasil – Qual é, hoje, dez anos depois da tragédia, a principal luta dos familiares das vítimas e dos sobreviventes?

Gabriel Rovadoschi – A luta que inaugurou o movimento segue sendo a luta por justiça. Por respostas que já deveriam ter sido dadas há muito tempo. A gente segue lutando contra a impunidade, que está diante de nós. O nosso movimento surgiu ainda em 2013 (ano da tragédia) e contempla diferentes frentes: desde a luta pela justiça, pela memória, pela prevenção a novos acidentes e também pela fiscalização (para evitar outras tragédias).

Agência Brasil – Sobre a impunidade, que você cita, a anulação do julgamento, em agosto, impactou a luta de vocês?

Gabriel Rovadoschi – Sem a justiça sendo feita, a mobilização fica mais difícil para consolidação da memória, fazer, por exemplo, com que a cidade abrace essa história como história de cada um. Essa falta de justiça prejudica as outras frentes. Por isso, se faz tão necessária e incessante essa luta pelas responsabilizações, não somente na esfera criminal desses quatro réus, mas também na nossa petição internacional que está em andamento na Corte Interamericana de Direitos Humanos que busca outras responsabilizações.

Agência Brasil – Nesse sentido de gerar consciência e fiscalização, as leis Kiss (estadual e federal) têm sido importantes?

Gabriel Rovadoschi – O problema é que a legislação vem sofrendo flexibilizações ao longo do tempo. Nós fomos na Assembleia Legislativa (do Rio Grande do Sul)  para tentar frear o processo de aprovação dessas alterações. A gente entende que essas flexibilizações atendem a interesses do empresariado e também de ordem econômica, que vão na contramão do propósito da gente.

Até quando mais pessoas vão ser colocadas em risco pela falta da aplicação das leis? Infelizmente, parece que que se diminuiu a gravidade do que aconteceu com o passar do tempo. E essa gravidade só se intensifica e potencializa. Essa é a nossa luta diária. A gente acorda todos os dias com essa insegurança de não ter garantias de que no futuro possa ser feito algo a respeito.

Agência Brasil  – Depois da anulação do julgamento, quais são os próximos passos?

Gabriel Rovadoschi  – A anulação mudou abruptamente o horizonte que a gente almejava, o que inclui a construção de memorial, de dar novos passos na luta por justiça. A anulação nos chocou bastante. Nós estamos com recursos especiais nos tribunais superiores. A gente espera que haja a reversão dessa decisão e que seja respeitada a decisão do julgamento anterior. 

Agência Brasil – Você espera que o marco dos 10 anos ajude nessa luta de recordar e dar visibilidade à causa dos familiares e sobreviventes?

Gabriel Rovadoschi – Esses 10 anos representam uma marca forte. Trata-se de um tempo cronológico bastante significativo, e que gera novas informações de acesso ao público, como os documentários que foram lançados. Acredito que seja um período de bastante visibilidade e traz visibilidade a nossa luta por justiça, que é incansável.

Sabemos que a impunidade é uma palavra que não é estranha no Brasil. Está no cotidiano do brasileiro e essa não é uma realidade aceitável.


Parentes prestam homenagem às vítimas da Boate Kiss – Agência Brasil / Arquivo

Agência Brasil –  Vocês têm realizado encontros na frente do antigo prédio da boate?

Gabriel Rovadoschi – A gente fez ao longo dos anos eventos e alguma arte na fachada. Fazemos intervenções na fachada com colagens e grafite. Nesse sentido, nós temos a tenda da vigília na praça principal aqui da cidade onde ocorrem nossas vigílias nos dias 27 de cada mês. É um lugar da cidade onde é permitido homenagear as vítimas e zelar por essa memória. Isso ocorreu graças à ocupação desse espaço público para tornar permanente.

Agência Brasil – E o memorial?

Gabriel Rovadoschi – Foi feito um concurso em 2017, de um memorial que deve ser construído no local onde funcionava a boate. A gente tem conversado internamente na associação nesse último ano.

Temos avanços significativos nesses estudos sobre como viabilizar essa construção e acreditamos que esse ano ainda a gente tenha boas notícias a respeito disso. 

A gente está trabalhando com bastante seriedade nesse sentido porque não é simplesmente um prédio que vai ser demolido para construção de outro. Ao mexer em um prego, a gente mexe dentro de cada pessoa da cidade. Então, isso precisa ser trabalhado de forma comunitária no sentido da construção desse memorial, da responsabilidade emocional que deve ser dada a uma construção. 

A gente pensa com a perspectiva de que a própria demolição do prédio só aconteça com a garantia de que todas etapas da construção do memorial.

Santa Maria (RS) - Familiares e amigos das vítimas do incêndio da Boate Kiss fazem vigília em barraca na Praça Saldanha Marinho. A tragédia foi na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013 (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Imagens na vigília em barraca na Praça Saldanha Marinho. A tragédia foi na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013 – Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo

Agência Brasil – Na frente do prédio da antiga boate, há escritos como “onde você estava no dia 27?” Qual a intenção?

Gabriel Rovadoschi – É um apelo à conscientização. Essa frase foi uma intervenção que aconteceu em outubro do ano passado por um coletivo de psicanálise aqui da cidade que tem feito várias intervenções com a gente principalmente nesse final de 2022 para mobilizar as pessoas da cidade a se depararem e se questionarem com essa pergunta. Todas as pessoas, quando a gente insere o assunto que pela primeira vez, espontaneamente contam onde estavam, o que faz, quem ligou…

É justamente nessa perspectiva de lidar com o trauma coletivo que essa intervenção foi pensada. É uma perspectiva muito interessante, bonita e potente ao ampliar o sentimento de pertencimento de quem passa ali na frente.

Agência Brasil – Hoje você é psicólogo. Nesses últimos 10 anos como fez para lidar com essa história pessoalmente e também no âmbito profissional?

Gabriel Rovadoschi –  Individualmente o caminho foi o da terapia. Entendo que é necessário que cada pessoa tenha espaço onde a palavra possa circular e que possa expor a sua dor de diferentes maneiras. Nessa vertente, eu tenho investido bastante nos meus esforços entre os grupos de sobreviventes e familiares das vítimas. Por isso, é muito importante promover o diálogo e rodas de afeto. Aqui, nas ações da associação, entendemos que o afeto deve ser compartilhado. É o abraço, as mãos dadas… Nós precisamos garantir nesse movimento coletivo que existam esses espaços. 

Agência Brasil – As reuniões são permanentes?

Gabriel Rovadoschi – Na verdade, as reuniões não têm esse caráter formal. Vou dar um exemplo prático: na época do julgamento, eu me preocupei com a forma com que a imprensa abordaria, e que seria difícil se proteger das notícias. Conversamos sobre isso abertamente. Sei que a relação com as lembranças e com a memória para cada sobrevivente e familiar varia. Não são todos que conseguem assistir às notícias. Eu pensei em criar uma forma da gente se proteger disso e, na época do julgamento, eu criei um grupo de mensagens para convidar as pessoas a participarem. Justamente para a gente poder comentar entre nós o andamento do julgamento, os episódios que a gente ia experienciar naquele período que eu já previa que seria muito intenso. 

Na época do julgamento, a gente teve mais de noventa sobreviventes ali e compartilhando aquele espaço mesmo que virtual mas tendo um espaço. Muitas pessoas falaram pela primeira vez com outras pessoas desconhecidas sobre onde estavam na boate. Foi um momento de compartilhar experiências. Foi muito importante para a gente conseguir suportar aquele momento.

Santa Maria (RS) - Ato ecumênico em homenagem às 242 vítimas do incêndio da Boate Kiss na Praça Saldanha Marinho, pela data de um ano da tragédia (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Ato ecumênico em homenagem às 242 vítimas do incêndio da Boate Kiss na Praça Saldanha Marinho, pela data de um ano da tragédia – Fernando Frazão/Agência Brasil

Agência Brasil – Você é um rapaz de 28 anos. Como você enxerga aquele rapaz de 18 anos?

Gabriel Rovadoschi  – Eu estou vivendo o luto ainda desse Gabriel que eu já fui um dia. Tentando me reconhecer. Minha juventude foi arrancada. Eu tento tratar com carinho essa memória de quem um dia eu fui para poder justamente acolher outras pessoas que passaram por processos parecidos.

Agência Brasil – A experiência te marcou também como psicólogo?

Gabriel Rovadoschi – Há questões na minha formação que me auxiliam, que me amadureceram também e que hoje tento prestar serviço também nesse sentido de conscientização.


Agência Brasil – No seu doutorado, você estuda distúrbios de comunicação. Há relação com o que você viveu?

Gabriel Rovadoschi – Ainda estou construindo, mas de certa forma sim.  A temática da  afasia é do campo da fonoaudiologia e é uma condição neurológica que afeta a linguagem. De certa maneira, tem a ver porque eu reconheço hoje que tem muita relação com a minha história, me identifiquei com essa condição de alguém com afasia onde se tem algo na cabeça, mas sem a capacidade de dar uma tradução verbal a isso.

Pretendo seguir nessa linha de relação entre essa espécie de afasia da cidade de Santa Maria sobre o assunto nesses dez anos.

Por Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Leia também | Faculdade Senac Ceará lança dois cursos na área de Tecnologia da Informação

Educação Faculdade Senac Ceará lança dois cursos na área de Tecnologia da Informação
Compartilhar

Artigos Relacionados

Volta às aulas exige atenção à saúde respiratória

Clima seco, ventos e retorno das aulas aumentam os cuidados necessários para prevenir doenças respiratórias durante o mês de agosto no Ceará. | Foto: divulgação

31/07/2026

Saúde: Volta às aulas exige atenção à saúde respiratória Clima seco e temporada dos ventos aumentam o risco de gripes, alergias e outras doenças respiratórias no Ceará durante o mês de agosto


Leia mais

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Portal Terra da Luz

Aqui você encontra o que precisa saber sobre a Economia, Turismo, Saúde, Educação, Pesquisa e Inovação, Cidadania e Política.

Parceiro externo:
Apostas Copa do Mundo

Mais energia para o Brasil

https://portalterradaluz.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Video-2026-05-15-at-16.56.42-1.mp4
✕

Redes Sociais

Categorias

  • Artigos
  • Curtas
  • Destaques
  • Economia & Negócios
  • Notícias
  • Principal
  • Turismo, Esporte e Eventos

Tags

Alexandre de Moraes Assembleia Legislativa do Ceará Banco Central Brasil Ceará Congresso Nacional Covid-19 Cultura Câmara dos deputados Donald Trump Economia economia brasileira Esporte Estados Unidos Fortaleza Futebol governo do Ceará Governo Federal inflação Jair Bolsonaro José Sarto Justiça Lula Meio Ambiente Mercado financeiro Ministério da Saúde Música Negócios pandemia Polícia Federal Portal terra da luz Prefeitura de Fortaleza presidente Programação Rio de Janeiro SAUDE saúde Saúde Pública Segurança Pública STF Supremo Tribunal Federal sustentabilidade São Paulo Tecnologia Turismo

www.facebook.com/portalterradaluz

PORTAL TERRA DA LUZ

Portal Terra da Luz

Portal Terra da Luz

O Portal Terra da Luz é um site de notícias que reúne as informações mais relevantes de tudo o que acontece no Ceará, no Brasil e no Mundo. Aqui você encontra o que precisa saber sobre a Economia, Turismo, Saúde, Educação, Pesquisa e Inovação, Cidadania, Política, Segurança Pública, além dos principais encontros de negócios, capacitação profissional, eventos sociais, culturais e esportivos.

Siga as nossas Redes Sociais.

Editor Responsável

O editor responsável pelo Portal Terra da Luz é o jornalista Hermann Hesse, profissional reconhecido pela atuação na imprensa cearense desde 1990. Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal do Ceará (UFC), atuou durante quase 20 anos na TV Verdes Mares, afiliada da Rede Globo, como repórter, produtor, editor, apresentador, editor-chefe do jornal mais importante e de maior audiência do Ceará, o CETV. Em 2011, assumiu a Coordenadoria de Comunicação da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará e, dois anos depois, foi Coordenador de Comunicação Institucional da Prefeitura de Fortaleza. Em janeiro de 2019, assumiu a direção de Jornalismo do Grupo Cidade de Comunicação, onde atuou por 2 anos e meio. No dia 12 julho de 2021 colocou no ar a primeira notícia e, desde então, é o responsável por todos os conteúdos publicados no Portal Terra da Luz. Entre agosto de 2022 e agosto de 2025 atuou, paralelamente, como diretor de Jornalismo da Band Ceará, emissora ligada diretamente à cabeça de rede, em São Paulo.

Últimos comentários

  • 31/07/2026

    Cidadania: MP recomenda nova sede para Conselho Tutelar de Tauá – News Conect Inteligencia Digital Comentado em Cidadania: MP recomenda nova sede para Conselho Tutelar de Tauá

  • 26/07/2026

    yanalex Comentado em Digital Como criar apresentações profissionais com IA em minutos

  • 25/07/2026

    Ana Lucia Souza Do Nascimento Comentado em Oportunidade: ArcelorMittal abre edital com até R$ 100 mil

  • 23/07/2026

    BENEDITO BARBOSA DO NASCIMENTO Comentado em Inclusão: Projeto abre oficinas de arte para PCDs e pessoas com TEA

  • 23/07/2026

    BENEDITO BARBOSA DO NASCIMENTO Comentado em Inclusão: Projeto abre oficinas de arte para PCDs e pessoas com TEA

  • 23/07/2026

    BENEDITO BARBOSA DO NASCIMENTO Comentado em Inclusão: Projeto abre oficinas de arte para PCDs e pessoas com TEA

Últimas Notícias

  • Volta às aulas exige atenção à saúde respiratória0
    Saúde: Volta às aulas exige atenção à saúde respiratória Clima seco e temporada dos ventos aumentam o risco de gripes, alergias e outras doenças respiratórias no Ceará durante o mês de agosto
    31/07/2026
  • Defensoria promove mutirão Meu Pai Tem Nome no CE0
    Cidadania: Defensoria promove mutirão Meu Pai Tem Nome no CE Ação gratuita acontece neste sábado (1º) em Fortaleza, Sobral e Crato para reconhecimento voluntário e investigação de paternidade
    31/07/2026
  • Mundo: Avalanche deixa alpinistas desaparecidos0
    Mundo: Avalanche deixa alpinistas desaparecidos Grupo liderado por Nirmal Purja perdeu comunicação após acidente no Broad Peak, uma das montanhas mais altas do mundo
    31/07/2026
  • Saúde: DNEDX participa de simpósio de cirurgia animal0
    Saúde: DNEDX participa de simpósio de cirurgia animal Distribuidora de equipamentos para diagnóstico humano e veterinário reforça apoio à formação acadêmica e à atualização científica
    31/07/2026
  • MP recomenda nova sede para Conselho Tutelar de Tauá1
    Cidadania: MP recomenda nova sede para Conselho Tutelar de Tauá Inspeção identificou infiltrações, falta de acessibilidade e estrutura inadequada para atendimento de crianças, adolescentes e famílias
    30/07/2026
  • Festival Halleluya reúne mais de 1 milhão de pessoas0
    Eventos: Festival Halleluya reúne mais de 1 milhão de pessoas Evento encerra edição histórica em Fortaleza com recordes de público, ações solidárias e mensagem especial do Papa Leão XIV
    30/07/2026
© Portal Terra da Luz | Orgulhosamente desenvolvido por NAWEB Sistemas